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	<title>Cultne - Notícias</title>
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	<description>Acervo Digital de Cultura Negra</description>
	<lastBuildDate>Fri, 13 Apr 2012 19:24:38 +0000</lastBuildDate>
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		<title>CELEBRAMOS UM NOVO TEMPO COM OS CURTAS CULTNE EXIBIDOS NA SUA TOTALIDADE NO YOUTUBE</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Apr 2012 13:32:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Assessoria Cultne</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a abertura concebida pelo Youtube para inserção de vídeos com mais de 15 minutos, o Cultne inicia uma nova era de veiculação de seu acervo, já que as obras mais longas poderão ser vistas completas. Para começar temos duas obras gravadas na década de 80. Da pareceria Enugbarijó e Cor da Pele, apresentamos o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a abertura concebida pelo Youtube para inserção de vídeos com mais de 15 minutos, o <strong>Cultne</strong> inicia uma nova era de veiculação de seu acervo, já que as obras mais longas poderão ser vistas completas.  Para começar temos duas obras gravadas na década de 80.  Da pareceria Enugbarijó e Cor da Pele, apresentamos o curta <strong>AfroMemória, Anos de história em movimento!</strong>. Documentário sobre os 20 anos (1981/2001) do movimento negro carioca feito a partir dos arquivos do Enúgbarijo Comunicações e CP Produções com a marcha de 88, a soul music dos anos 70 e entrevistas de Lélia Gonzales, Abdias de Nascimento e Yedo Ferreira e participação da Zézé Motta.</p>
<p><center><iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/kbpX-hxeG3c" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>A outra obra é o curta <strong>I Grito de Liberdade da Cruzada São Sebastião</strong> que registrou o evento na Cruzada São Sebastião, considerado um quilombo entre os bairros Ipanema e Lagoa, zona sul da cidade do Rio de Janeiro. O eventou marcou um dos momentos mais importantes na luta do Movimento Negro em conceber a memória a Zumbi dos Palmares. Na oportunidade, a comunidade negra reconhecia a luta de Palmares como mais importante do que a Abolição da escravatura comemorada no 13 de maio. </p>
<p><a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=799">I Grito de Liberdade da Cruzada São Sebastião</a><br />
Em 1988, A equipe Cor da Pele- CP Produçao e Vídeo registrou o evento com a equipe composta por Filó Filho, Osmar Max, Reinaldo Mesquita, Raimundo Santa Rosa e Adilson Gato. O eventou marcou um dos momentos mais importantes na luta do Movimento Negro em conceber a memória a Zumbi dos Palmares. Na oportunidade, a comunidade negra reconhecia a luta de Palmares como mais importante do que a Abolição da escravatura comemorada no 13 de maio. </p>
<p>No bairro de Ipanema, na Cruzada São Sebastião &#8211; considerado um quilombo em meio a zona sul da cidade do Rio de Janeiro foi realizado o evento Zumbi Vive, programação que ocupou o dia 13 de maio no I Grito de Liberdade da Cruzada São Sebastião. Lá estiveram várias lideranças comunitárias, sem participações de políticos que não época se alternavam nas comemorações do ano do Centenário da Abolição da Escravatura.</p>
<p>Milhares de pessoas lotaram o ginásio local com uma programação que contou com um desfile de moda com apresentação da percussionista Regina Café o ballet afro da comunidade ao som do reggae de Bob Marley, shows de artistas locais, em especial o cantor e compositor Macau, autor do hit &#8220;Olhos Coloridos&#8221;. A enfermeira e militante do movimento negro, Margareth Bárbara realizou uma performance teatral. Lá estivertam várias personalidades, como o produtor e DJ Ademir Lemos, o professor Paulo Roberto dos Santos (Paulo Boca) e tantos outros.</p>
<p><a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=798">Afro Memória, 21 anos de história em movimento!</a><br />
Documentário sobre os 20 anos (1981/2001) do movimento negro carioca feito a partir dos arquivos do Enúgbarijo Comunicações e CP Produções com a marcha de 88, a soul music dos anos 70 e entrevistas de Lélia Gonzales, Abdias de Nascimento e Yedo Ferreira e participação da Zézé Motta.</p>
<p>A emergência do Movimento Negro Brasileiro, no final dos anos 70, corresponde com o final da ditadura militar de 1964. Durante os anos 80 e 90, muitos encontros, congressos e demonstrações públicas foram organizados em grandes cidades, como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Brasília, para denunciar o racismo e discriminação racial sofridos pela população afro-brasileira, desde os tempos coloniais. </p>
<p>Um aspecto da plataforma política do Movimento Negro foi a questão do direito dos afrodescendentes de contar a sua própria história, denunciando a postura oficial de obliterar a história africana e diminuir a contribuição dos escravos e afro-brasileiros na formação social, cultural e econômica do Brasil. O movimento ressaltou a importância da inclusão da história africana e afro-brasileira no currículo escolar. Apesar da proliferação de encontros, demonstrações e eventos festivos, o movimento não chegou a atrair a atenção devida da mídia do país. </p>
<p>Esse movimento socio-cultural desacreditado ou diminuído por seus adversários e relegado a invisibilidade pela mídia conseguiu, mesmo assim, se organizar e introduzir suas reivindicações na agenda política e social brasileira. Numa indicação significante do seu sucesso, a delegação brasileira na Conferência Mundial Contra o Racismo de Durban em 2001 só perdeu para os anfitriões sul africanos em número de participantes. </p>
<p>Esse trabalho de restituição da memória social reintegra a imagem do Movimento Negro, resgatando-o da invisibilidade imposta pela mídia durante os anos 80 e 90, mas sofre da fraqueza de fontes documentárias, das quais muitas foram perdidas nos últimos anos ou permanecem espalhadas em arquivos particulares.</p>
<p>Por essas razões o trabalho de duas produtoras de vídeo independente: a Enúgbarijo Comunicações criada por Adauto de Souza Santos e Vik Birkbeck em meados de 1981, e Cor da Pele Produções de Asfilófio Filho e Carlos Medeiros em 1982, é de importância fundamental.</p>
<p><a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=813">Muzenza, a dança da Iniciação &#8211; Candomblé</a></p>
<p>Enugbarijó Comunicações registrou com imagens de Vik, Adauto e Lysie, agitos de Iara e direção de Paulo Farias, a produção contou com o Axé do Ilê de Mofe Oia Bale, Ilê Axé Azoane, Yalorixá Beata de Yemanjá, Ylaorixá Gina, Nininho, Sueli, Deca, Luis, Santa, Larri, Jorge, Delmo, Ricardo e Afonso. No ajeum a força de Ceceia e força dos amigos do Mercadão de Madureira: Ilê Odara, Luar do Boiadeiro, Laço do Boaideiro, Luz D&#8217;Angola e Aves da Galeria.</p>
<p>A logística contou com o apoio da Brahma, Carlinhos Flores, Arariboia Artigos Religiosos, e também com a participação do Grupo Onijo Olokun com os dançarinos Paulinho ( Oxossi); Eneida (Yemanjá e Iansã), Renato (Logun Ede), Valeria (Oxum e Nana); Gilberto (Oxalufan); Jocelin (Oxaguian); Gilberto (Exu); Helena (Bombo-Gira); JOcelin (Obaluâe); e as crianças Carlos, Vania e Ricardo. </p>
<p>Ras Adauto e Vik Birkbeck fundaram na década de 80 a Enúgbarijo Comunicações, que levou o nome do exú messageiro, a Boca Coletiva. Com o advento das primeiras câmeras de vídeo portáteis e independentes, percorreram toda cidade do Rio de Janeiro, onde eram facilmente avistados pelas ruas, morros, avenidas, salões,cidades como Volta Redonda, Juiz de Fora, Belo Horizonte, Salvador e São Paulo. O resultado é um gigantesco acervo de material em vídeo que pode ser visto no acerevo CULTNE.</p>
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		<title>BANDA BLACK RIO &#8211; ANOS 70 E OS BASTIDORES DE UM GRANDE ÍCONE DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 18:07:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Assessoria Cultne</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>

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		<description><![CDATA[A Banda Black Rio é um grupo carioca formado em 1976 com repertório fundamentado na música funk misturada com samba, jazz e ritmos brasileiros. A idéia surgiu a partir do produtor Don Filó, na época contratado pela WEA Discos (Warner/Elektra/Atlantic) onde pilotava o sucesso fonográfico das equipes de som com os parceiros Alcione Magalhães (irmão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Banda Black Rio</strong> é um grupo carioca formado em 1976 com repertório fundamentado na música funk misturada com samba, jazz e ritmos brasileiros. A idéia surgiu a partir do produtor Don Filó, na época contratado pela WEA Discos (Warner/Elektra/Atlantic) onde pilotava o sucesso fonográfico das equipes de som com os parceiros Alcione Magalhães (irmão de Oberdan Magalhães) e Nirto Promoções (primo de Don Filó).</p>
<p>A equipe <strong>Soul Grand Prix</strong>, que liderava as vendas de disco pelo movimento black resolveu inovar no lançamento do seu segundo LP pela WEA, criando em 1976 uma surpresa para os black e o mercado fonográfico. Don Filó convenceu a cúpula da gravadora (Andre Midani e Mazola) a incluir uma faixa instrumental da música &#8220;Juju Man&#8221; do grupo alemão &#8220;Passport&#8221; no novo LP da Soul Grand Prix &#8211; a única faixa produzida em estúdio, já que as demais eram fonogramas extraídos da coletânea black da gravadora. O músico Oberdan Magalhães foi arregimentado para montar o arranjo e o grupo que teve como base o grupo &#8220;Azimuth&#8221;, além dos saudosos Oberdan Magalhães, Barrosinho e Marcio Montarroyos. Com um swing samba/funky/Brasil, a música foi um sucesso nas pistas de dança black. Estava aberto o caminho para a criação da Banda Black Rio, que envolveu Luis Carlos (bateria e percussão), Barrosinho (trumpete), Lucio (trombone), Claudio Stevenson (guitarra), Jamil Joanes (baixo), Cristovão Bastos (piano). </p>
<p>A produção do primeiro álbum foi do produtor Mazola, cabendo a Don Filó a coordenação artística e concepção de repertório, juntamente com Oberdan Magalhães. Antes das gravações no estúdio Level em Botafogo, a banda se enclausulou durante 2 meses para selecionar e ensaiar as músicas que iriam compor o repertório do primeiro álbum, entre elas &#8220;Na baixa do Sapateiro&#8221; de Ary Barroso; &#8220;Urubu Malandro&#8221; de Lourival de Carvalho &#8220;Louro&#8221; / João de Barro; &#8220;Baião&#8221; de Luis Gonzaga / Humberto Teixeira; &#8220;Casa Forte&#8221; de Edu Lobo; além de novos temas propostos pela banda, como &#8220;Maria Fumaça&#8221; de Oberdan / Luis Carlos; &#8220;Mr Funky Samba&#8221; de Jamil Joanes; &#8220;Caminho da Roça&#8221; de Oberdan / Barroso; &#8220;Metalúrgica&#8221; de Cláudio Stevenson / Cristóvão Bastos; &#8220;Leblon Via Vaz Lobo&#8221; de Oberdan Magalhães; e &#8220;Junia&#8221; de Jamil Joanes. </p>
<p>No embalo do sucesso da música &#8220;Maria Fumaça&#8221; tema de abertura da telenovela Locomotivas da TV Globo em 1977, surgiu outra importante produção do mesmo grupo na WEA. Carlos Dafé se destacaria com o seu primeiro álbum pela WEA, obtendo muito sucesso e emplacando a música &#8220;Pra que vou recordar o que chorei&#8221; na telenovela &#8220;Dona Xepa&#8221; da TV Globo. A banda gravou um total de três discos: Maria Fumaça foi o primeiro álbum, originalmente lançado em 1977, e o segundo Gafieira Universal, lançado em 1978 pela RCA. O terceiro álbum, Saci Pererê, foi lançado em 1980.</p>
<p>Outro fato interessante que marcou os bastidores do mercado foi a competição entre as gravadoras, de um lado a WEA que chegou contratando artistas como Gilberto Gil, Zezé Motta, Frenéticas, Ney Mato Grosso, Candeia e a equipe Soul Grand Prix que chregou a WEA, graças a marcas expressivas obtidas com a venda do seu primeiro álbum lançado pela Top Tape, tendo a frente o lendário produtor Ademir Lemos.  Na época, o NOPEM (sistema de pesquisa de vendas e execução fonográfica) acusou por várias semanas o LP Soul Grand Prix a frente do Rei Roberto Carlos da gravadora CBS. A concorrente mais forte da WEA era a poderosa PHILIPS/POLYGRAM que tinha nos seu elenco de Caetano Veloso à Tim Maia; de Gal Costa à Nara Leão.  A concorrência entre as gravadoras chegaram também nas equipes Soul Grand Prix de Don Filó e Blackpower de Mr. Paulão, ambas contratadas respectivamente pela WEA e Polygram para lançarem suas compilações de fonogramas de sucesso nas pistas dos bailes que ferviam no subúrbio carioca.</p>
<p>Gravada para integrar o álbum de lançamento da Soul Grand Prix na WEA, a faixa &#8220;Juju Man&#8221; da banda &#8220;Hot Stuff Band&#8221; (nome fictício dado ao grupo que mais tarde seria a base da concepção para a Banda Black Rio) fez com que a concorrência se acirrasse mais ainda.  Rapidamente a Polygram criou o projeto de uma banda black, arregimentando Gerson King Combo e a Banda União Black. A Polygram lançou antes da WEA, gerando um certo desconforto e mal entendido do que seria esta nova concepção musical. O movimento ganhou com tudo isto, nascendo um novo cenário black com a presença da musicalidade negra brasileira, onde outrora só se curtia a musicalidade americana, sob a tutela de James Brown, por acaso da gravadora Polydor/Polygram.     </p>
<p><strong>A continuidade da Banda Black Rio</strong></p>
<p>O grupo foi desfeito em 1984, com a morte de Oberdan. Em 1999 o filho de Oberdan, William, após aprofundado estudos e sob a responsabilidade de manter o nome vivo da Banda Black Rio como projeto de grande valor cultural, decide recriar a banda. Em 2001, a banda consegue fincar o respeito cultura musical da Black Rio e lança o álbum &#8220;Movimento&#8221; pela Regata Music. Um pouco diferente das anteriores formações, onde o repertório era de basicamente instrumental, o novo álbum tem faixas com vocais: o cantor e compositor Cassiano assina a direção vocal do disco. Em 2002, a Banda Black Rio lança na Inglaterra pelo Selo Mr Bongo o album Rebirth. A banda conquistou respeito internacional, tendo influenciado bandas como Incognito e Jamirokay, esta útima, uma banda de pop/acid jazz que vendeu 20 milhões de discos.</p>
<p>Em 2011, a Banda Black Rio, ainda sob liderança do William Magalhães e ainda mais fortalecida, segue como referência musical no mercado e lança o álbum Super Nova Samba Funk pelo respeitado selo Inglês, Far Out Recordings. Esse disco tem participação de aclamados artistas como Mano Brown, Giberto Gil, Caetano Veloso, Seu Jorge, Elza Soares, Marcio Local, Aleh Ferreira. A banda tráz todos elementos das formações anteriores o samba com funk, o jazz com o soul, e além disso acrescenta o hip hop e rap como batida contemporânea. Isso dá uma nova prospecção internacional à banda.</p>
<p><strong>Confira aqui os vídeos Cultne da Banda Black Rio</strong></p>
<p><a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=779">Black Rio 2012 &#8211; Praça Tiradentes &#8211; RJ</a> </p>
<p><a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=778">Circo Soul com a Banda Black Rio &#8211; 2008</a> </p>
<p><a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=783">Banda Black Rio &#038;  Duguettu &#8211; 2007</a> </p>
<p><a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=777">Banda Black Rio &#038; Mario Broder &#8211; 2007</a> </p>
<p><a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=782">Banda Black Rio &#038; Thales &#8211; 2007 </a>  </p>
<p><a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=7">Banda Black Rio convida Ed Motta e Luis Melodia &#8211; 2000</a> </p>
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		<title>RETROSPECTIVA CULTNE 2011</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 13:58:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Assessoria Cultne</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ano de 2011 foi muito importante para o projeto Cultne que conseguiu se firmar como o maior acervo digital de cultura negra que se tem notícia no país. Foram várias imagens resgatadas a partir de registros iniciados nos anos 80 pelas produtoras Enugabarijô e CP &#8211; Cor da Pele, que juntas formam este acervo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ano de 2011 foi muito importante para o projeto Cultne que conseguiu se firmar como o maior acervo digital de cultura negra que se tem notícia no país. Foram várias imagens resgatadas a partir de registros iniciados nos anos 80 pelas produtoras Enugabarijô e CP &#8211; Cor da Pele, que juntas formam este acervo disponibilizado como domínio público para toda a sociedade que dispõe agora de informações sobre a memória da cultura afro-brasileira.</p>
<p>Em 2011,o acervo produziu novos documentários que foram disponibilizados ao longo do ano.  Em breve faremos um balanço sobre o que rolou em 2011, além da inclusão de novas imagens inéditas  processadas pela equipe Cultne. Aguardem!!!</p>
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		<title>JINGLE BLACK 2011</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 01:53:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Assessoria Cultne</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos anos 70, o Rio de Janeiro assistiu ao &#8220;boom&#8221; das equipes de soul que alcançaram o sucesso em meio à juventude negra carioca. Naquele tempo, o regime militar limitava as expressões artiísticas e culturais, reprimindo bastante a comunidade negra jovem. Nesse contexto, a Soul Grand Prix conseguiu furar o bloqueio da censura, consagrando-se no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos anos 70, o Rio de Janeiro assistiu ao &#8220;boom&#8221; das equipes de soul que alcançaram o sucesso em meio à juventude negra carioca. Naquele tempo, o regime militar limitava as expressões artiísticas e culturais, reprimindo bastante a comunidade negra jovem. Nesse contexto, a Soul Grand Prix conseguiu furar o bloqueio da censura, consagrando-se no campo cultural e econômico, motivando um novo mercado fonográfico. Seu primeiro LP foi lançado pela Top Tape, que devido ao grande sucesso, despertou o interesse de poderosas gravadoras, como a WEA (Warner Bross) e Polydor (Universal).</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/L2pPFvj9_io" frameborder="0" width="600" height="338"></iframe></p>
<p>Neste dezembro de 2011, comemoramos os 35 anos de lançamento do primeiro LP da Soul Grand Prix, pela Gravadora Top Tape, em 1976. O disco foi produzido pelo lendário Ademir Lemos e Dom Filó. Já em 1977, a Soul Grand Prix foi contratada pela WEA, para lançamento do seu segundo LP, além do compacto Soul Christmas internacional, que trazia o próprio Dom Filó na capa, vestido de Papai Noel e saudando a galera black. Com o sucesso das festas de final de ano no melhor espírito natalino, a gravadora Polydor lançou o singe Jingle Black com Gerson King Combo.</p>
<p>Hoje, a música Jingle Black 2011 traz uma nova roupagem para a a música que marcou o natal black das gerações anos 70 e 80, com o apoi ode Rappers da atualidade, como Bnegão e André Ramiro.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-374" title="Feliz Natal Soul Grand Prix" src="http://www.cultne.com.br/noticias/wp-content/uploads/2011/12/filo_papai-noel.jpg" alt="Feliz Natal Soul Grand Prix" width="320" height="318" /></p>
<p>JINGLE BLACK &#8211; 2011<br />
(ADAPTAÇÃO &#8211; GERSON KING COMBO / PEDRINHO)<br />
(LETRA RAP &#8211; BNEGÃO / GILBER T. / ANDRÉ RAMIRO / RABÚ GONZALES)</p>
<p>GRAVADO NO RIO DE JANEIRO, EM DEZEMBRO DE 2011, NOS ESTUDIOS IPASOUL, MONTANHA, STUDIO T E ESTUDIO ZUM, POR RONALDO PEREIRA, HEITOR NASCIMENTO, GILBER T. E VIDAUT.<br />
MIXADO NO ESTUDIO IPASOUL POR RONALDO PEREIRA E GILBER T.<br />
MASTERIZADO NO ESTUDIO BOOM BOX POR PEDRO GARCIA.</p>
<p>GERSON KING COMBO &#8211; VOZ</p>
<p>RAPPERS:<br />
ANDRÉ RAMIRO<br />
BNEGÃO<br />
GILBER T.<br />
RABÚ GONZALES</p>
<p>MÚSICOS:<br />
HEITOR NASCIMENTO &#8211; GUITARRAS E SAMPLES<br />
RONALDO PEREIRA &#8211; TECLADOS, SAMPLES E PROGRAMAÇÕES<br />
GILBER T. &#8211; BAIXO E TECLADOS<br />
PARTICIPAÇÃO ESPECIAL:<br />
DJ MAM &#8211; SCRATCHES</p>
<p>CORO:<br />
AUGUSTO BAPT<br />
DJ MAM<br />
HEVERTON CASTRO<br />
JANDER MAGALHÃES<br />
JOEL FERREIRA<br />
KÉSIA ESTÁCIO<br />
MACAU<br />
MARFIZA DE FRANÇA<br />
NEGRA ROSE<br />
PAULA PARDON<br />
PAULO OTÁVIO SUPERSOUL<br />
RÔ CASÉ<br />
ROLLO<br />
UD&#8217;LÊ</p>
<p>PRODUÇÃO MUSICAL:<br />
STYLO (Produtores Musicais Associados)<br />
RONALDO PEREIRA, HEITOR NASCIMENTO E GILBER T.</p>
<p>PRODUÇÃO EXECUTIVA:<br />
RONALDO PEREIRA E MARFIZA DE FRANÇA (COPASOUL PRODUÇÕES)</p>
<p>AGRADECIMENTOS:<br />
Rodrigo Nascimento/Fundação Cultural Palmares (RJ/ES) &#8211; Ministério da Cultura</p>
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		<title>CULTNE NO CINEMA  SE APRESENTA NA FEIRA PRETA 2011</title>
		<link>http://www.cultne.com.br/noticias/?p=349</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 03:16:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Assessoria Cultne</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>

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		<description><![CDATA[O Acervo CULTNE estará presente mais uma vez em São Paulo em mais uma edição da FEIRA PRETA apresentando a história do negro no Brasil marcada por grandes acontecimentos, lutas e resistências. A mostra acontecerá no dia 18 de dezembro apresentando os vídeos exibidos na primeira edição do CULTNE NO CINEMA realizado no Cine Odeon [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Acervo CULTNE estará presente mais uma vez em São Paulo em mais uma edição da FEIRA PRETA apresentando a história do negro no Brasil marcada por grandes acontecimentos, lutas e resistências. A mostra acontecerá no dia 18 de dezembro apresentando os vídeos exibidos na primeira edição do CULTNE NO CINEMA realizado no Cine Odeon BR no centro do Rio de Janeiro.</p>
<p>A FEIRA PRETA ocorre todos os anos desde 2002, no inicio, com duração de um dia e teve sua primeira edição em espaço público (Praça Benedito Calixto) e reuniu 40 empreendedores de artesanato, moda, bijouterias, entre outros. A partir do formato dinâmico e das atrações diversificadas o evento atua em duas vertentes: estímulo a uma cadeia produtiva inclusiva através do comércio de produtos segmentados realizado por e para negros; promoção da cultura afro-brasileira, tanto no resgate de tradições como nas manifestações artísticas contemporâneas e principalmente na integração racial, a partir do reconhecimento histórico da cultura afro-brasileira.</p>
<p>Em nove edições do evento, o público pode acompanhar aproximadamente 500 artistas divididos em exposições de artes plásticas, sarau de literatura, fotografia, artes cênicas, religião, capoeira, Hip Hop, danças afro-brasileiras, teatro, além da mostra de cinema, shows e gastronomia. No espaço de empreendedores, mais de 500 artesãos e micro-empresários já comercializaram seus produtos segmentados, gerando a circulação de cerca de R$ 2.500.000 – em todas as edições do evento – gerando trabalho e renda dentro da comunidade negra.</p>
<p>A Feira Preta fomenta uma cadeia produtiva que insere o negro em seus diversos elos, como produtor e consumidor. Neste contexto também surge o programa de qualificação, com o intuito de fomentar negócios de empreendedores– entre micro-empresários e artesãos – promovendo a inclusão da população negra no ciclo econômico e no mercado de trabalho.</p>
<p>Hoje a Feira Preta já representa uma forte conquista neste primeiro processo, de auto-valorização do negro, público junto ao qual se encontra consolidada. A Feira atinge este impacto na medida em que reafirma a identidade dos negros em forma de valorização. Contudo, quando se trata da visão externa– em relação à apreciação da cultura negra por pessoas de outras raças – ainda há um longo caminho a ser percorrido.</p>
<p>É neste sentido que a Feira Preta planeja atuar no futuro, aproveitando a legitimidade já adquirida junto à comunidade negra para expandir seu público sem perder seu conceito inicial. A partir do momento em que o evento atingir o público não-negro e conseguir difundir essa consciência da diversidade.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Vídeos programados para exibição na Feira Preta 2011 no domingo (18/12) no horário de 13:30 às 15:30 hs</strong></p>
<pre></pre>
<p><strong>REDES SOCIAIS NA COMUNIDADE NEGRA</strong><br />
Documentário/ Cor / HD / 4:30 min.:: Rio de Janeiro / 2011<br />
Direção: Filó Filho<br />
Edição: Pedro Oliveira<br />
Produção: Cultne<br />
A rede social e a sua contribuição para as novas e velhas gerações afrodescendentes.</p>
<p><strong>ABDIAS DO NASCIMENTO – PRÊMIO JORNALÍSTICO</strong><br />
Documentário / Cor / DV / 15&#8243;min.:: Rio de Janeiro / 2011<br />
Direção: Filo Filho<br />
Edição: Pedro Oliveira<br />
Produção: Cultne<br />
Documentário sobre o Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento instituído pela Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial – Cojira-Rio e Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p><strong>TEMPLO DO SOUL </strong><br />
Documentário / Cor / HD / 3:27 min.:: Rio de Janeiro / 2011<br />
Direção e edição: Filó Filho<br />
Repórter: Slow DABF<br />
Revival dos bailes black dos anos 70 no Gremio de Rocha Miranda, considerado o Tempo do Soul com as presenças das caravanas de soul brothers de São Paulo, Rio e Minas Gerais.</p>
<p><strong>MULHER NEGRA &#8211; ANOS 80</strong><br />
Documentário / Cor / DV / 4:30 min.:: São Paulo e Rio de Janeiro / 1985<br />
Direção: Ras Adauto &#038; Vik Birkbeck<br />
Produção: Enugbarijô</p>
<p><strong>MESTRE MONARCO &#8211; NÓS DO SAMBA</strong><br />
Documentário / Cor / HD / 14:54 min.:: Rio de Janeiro / 2011<br />
Direção: Filó Filho<br />
Produção: Cultne<br />
Festa show com a galera do Hip Hop e Mestre Monarco na Lapa, centro do Rio.<br />
Documentário com as mulheres negras Zeze Motta, Pedrina de Jesus e Tereza Santos.</p>
<p><strong>O BRASIL EM DURBAN &#8211; 10 ANOS DEPOIS</strong><br />
Documentário / Cor / DV / 21 min.:: Durban – Äfrica do Sul/ 2001<br />
Direção: Filó Filho<br />
Locução: Carlos Medeiros<br />
Produção: Brazilian Roots/Cultne<br />
Depoimentos de ativistas em cenas gravadas em 2001 na cidade de Durban na África do Sul durante a Conferência Mundial contra o Racismo, Intolerância e Xenofobia. Novos depoimentos com ativitas 10 anos depois da conferência que marcou uma nova fase na luta contra a discriminação no Brasil.</p>
<p><strong>LUIZA MAHIM – MULHER GUERREIRA</strong><br />
Clipe / Cor / DV / 2:17 min.:: Rio de Janeiro/ 1988<br />
Direção e imagens: Vik Birkbeck e Ras Adauto<br />
Produção:Enugbarijô<br />
Luiza Mahim no canto das mulheres anônimas e guerreiras brasileiras.</p>
<p><strong>NELSON TRIUNFO &#038; CIA </strong><br />
Documentário / Cor / HDV / 8:52 min.:: Rio de Janeiro/ 2011<br />
Direção: Filó Filho<br />
Produção: Cultne<br />
Participação do soul brother Nelson Triunfo e Cia no Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro.</p>
<p><strong>A MARCHA DE 1988</strong><br />
Documentário / Cor / DV / 7:32 min.:: Rio de Janeiro / 1988<br />
Direção e imagens: Vik Birkbeck e Ras Adauto<br />
Produção: Enugbarijô<br />
Marcha do Movimento Negro em 1988 para marcar o centenário da Abolição da Escravatura.</p>
<p><strong>FEIRA PRETA 2007 &#8211; SAMBA ROCK</strong><br />
Documentário / Cor / DV / 8 min.:: São Paulo / 2007<br />
Direção: Filo Filho<br />
Edição: Pedro Oliveira<br />
Produção:LUB TV<br />
Documentário sobre a Feira Preta em 2007 realizado pela LUB TV que registrou a participação do Samba Rock no evento.</p>
<p><strong>FELA KUTI – ESTA VIDA PUTA</strong><br />
Documentário/ Cor / HD / 10:30 min.:: Rio de Janeiro / 2011<br />
Direção: Filó Filho<br />
Produção: Cultne<br />
Lançamento do livro “FELA – Esta Vida Puta” de Carlos Moore. O livro é a primeira tradução para o português da biografia oficial do nigeriano Fela Kuti.</p>
<p><strong>NEGRA COR &#8211; CULTNE NA TV<br />
Documentário / Cor / HD / 7:50 min.:: Rio de Janeiro / 2010<br />
Direção: David Obadia &#038; Filo Filho<br />
Produção: Cultne<br />
O repórter e ator Paulinho Lessa apresenta o quadro acervo do CULTNE NA TV, gravado no dia 20 de novembro de 2010, durante o lançamento da exposição virtual Negra Cor do fotógrafo Berg Silva no Teatro Oi Futuro Ipanema, no Rio de Janeiro.</p>
<p><strong>ROSAS NEGRAS</strong><br />
Clip / Cor / DV / 3:57 min.:: Rio de Janeiro/ 2010<br />
Edição: Pedro Oliveira<br />
Fotografia: Carlos Junior<br />
Fotomontagem em vídeo sobre a beleza negra feminina.</p>
<p><strong>ARLINDO CRUZ NO ÚLTIMA RODA DE SAMBA DE OVÍDIO BRITO</strong><br />
Clip / Cor / HDV / 3:30 min.:: Rio de Janeiro/ 2011<br />
Direção: Filó Filho<br />
Imagens: Alexandre Dias<br />
Participação de Arlindo Cruz na despedida do músico Ovídio no Renascença Clube.</p>
<p><strong>EU SOU DA COR &#8211; FUNK DA RAÇA NEGRA</strong><br />
Clip / Cor / DV / 4:43 min.:: Rio de Janeiro/ 1988<br />
Direção: Filó Filho<br />
Produção: Cultne e RioMais<br />
MC Kabeça e Bonde Zueira se apresentam no Cultne no Cinema com o funk da raça negra.</p>
<p><strong>LUB – STREETBALL</strong><br />
Clip / Cor / DV / 2:10 min.:: Rio de Janeiro/ 2004<br />
Direção: Filó Filho<br />
Edição: Pedro Oliveira<br />
Produção: LUB TV<br />
A LUB – Liga Urbana de Basquetre apresenta o seu basquete de rua de verdade.</p>
<p><strong>PARTIDO ALTO – XANDE DE PILARES vs PICOLÉ</strong><br />
Documentário / Cor / HD / 6:20 min.:: Rio de Janeiro / 2011<br />
Direção: Filo Filho<br />
Edição: Pedro Oliveira<br />
Produção: Cultne<br />
No maior estilo de partido alto carioca, Xande de Pilares e Picolé deram um show de competência e alto astral no partido alto no Clube do Cozido no Barril 8000 na Barra da Tijuca.</p>
<p><strong>VISÕES DO MORRO – ONTEM E HOJE</strong><br />
Documentário / Cor / DV / 9:51.:: Rio de Janeiro/ 2007-2011<br />
Direção: Filó Filho<br />
Edição: Pedro Oliveira<br />
Produção: LUB TV e CULTNE<br />
Gravado em 2007 e 2011 na comunidade da rua Quiririm na zona oeste do Rio de Janeiro. O projeto narra a saga de jovens idealistas na Luta para levar a cultura para suas comundade e retirar jovens das garras do tráfico, como conta o jovem Leandro que quase sucumbiu na sua luta pela sobrevivência.</p>
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		<title>CULTNE NO CINEMA FAZ PARCERIA COM O CENTRO CULTURAL BANCO  DO BRASIL</title>
		<link>http://www.cultne.com.br/noticias/?p=334</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 18:41:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Assessoria Cultne</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>

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		<description><![CDATA[A mostra CULTNE NO CINEMA tem a parceira do CCBB &#8211; Centro Cultural Banco do Brasil que gentilmente cedeu para exibição o filme Wattstax que será exibido no dia 9 de novembro no Cine Odeon Petrobrás. O filme Wattstax faz parte da mostra TELA NEGRA: O CINEMA DO BLAXPLOITATION, apresentando os filmes americanos dos anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A mostra CULTNE NO CINEMA tem a parceira do CCBB &#8211; Centro Cultural Banco do Brasil que gentilmente cedeu para exibição o filme Wattstax que será exibido no dia 9 de novembro no Cine Odeon Petrobrás.</p>
<p>O filme Wattstax faz parte da mostra TELA NEGRA: O CINEMA DO BLAXPLOITATION, apresentando os filmes americanos dos anos 70 que colocaram os negros nas telas e criaram um novo gênero de cinema. O Rio de janeiro recebe a mostra de 1º a 13 de novembro no CCBB Rio e em São Paulo no CCBB de 3 a 13 de novembro; e no Cinesesc de 18 a 24 de novembro próximo.</p>
<p>Nos anos 70, surgiu nos Estados Unidos um novo gênero cinematográfico, criado por diretores negros, que refletia os sentimentos da juventude, as conquistas do movimento dos direitos civis e a força política do movimento Panteras Negras. Nele, os heróis e anti-heróis negros eram os protagonistas das suas próprias histórias. Este cinema marginal, ligado à música soul, que levou todos os clichês às últimas consequências, ficou conhecido como blaxploitation.</p>
<p>A mostra Tela Negra: o Cinema do Blaxploitation promovida pelo Centro Cultural Banco do Brasil, em correalização com o SESC São Paulo, toma as telas em novembro no Rio de Janeiro e em São Paulo. Uma homenagem ao gênero que teve grande influência em Hollywood e ao redor do mundo.</p>
<p>Uma rara oportunidade de (re)ver os principais títulos blaxploitation, quase todos em película. Uma seleção de 15 filmes que formam um panorama do gênero, entre eles Rififi no Harlem (Cotton comes to Harlem), o primeiro filme blaxploitation; Super Fly, que faturou US$ 20 milhões nas bilheterias americanas em 1972, desbancando O Poderoso Chefão; os clássicos Sweet Sweetback´s Badaaassss Song, Shaft, Cleopatra e Foxy Brown; além de Jackie Brown, de Quentin Tarantino, um tributo ao blaxploitation.</p>
<p>Tela Negra: o Cinema do Blaxploitation terá debates sobre a influência do cinema afro-americano dos anos 70 na construção da imagem negra internacional e no Brasil, além de uma palestra sobre o surgimento e a inovação do gênero blaxploitation. Um cinema que refletiu a face lúdica da efervescência da cultura negra americana e os movimentos de libertação africana pelo mundo nos anos 70, se fazendo sentir até hoje no cinema, na moda e na cultura hip-hop.</p>
<p>Maiores informações sobre no site Blaxploitation -<strong> <a href="http://www.blaxploitation.com.br">www.blaxploitation.com.br</a></strong></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/6HVXX6evQDs?rel=0" frameborder="0" width="480" height="360"></iframe></p>
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		<item>
		<title>WATTSTAX É A GRANDE ATRAÇÃO DO CULTNE NO CINEMA NO ODEON</title>
		<link>http://www.cultne.com.br/noticias/?p=315</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 20:08:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Assessoria Cultne</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>

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		<description><![CDATA[No próximo dia 9 de novembro, acontece a primeira edição do CULTNE NO CINEMA com performances artísticas,  retrospectiva de cinema e vídeo nas instalações do Cine Odeon BR no Rio de Janeiro, abordando os aspectos da cultura negra a partir de obra audiovisual internacional que impactaram a sociedade afro-brasileira a partir dos anos 70, além [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo dia 9 de novembro, acontece a primeira edição do <strong>CULTNE NO CINEMA</strong> com performances artísticas,  retrospectiva de cinema e vídeo nas instalações do Cine Odeon BR no Rio de Janeiro, abordando os aspectos da cultura negra a partir de obra audiovisual internacional que impactaram a sociedade afro-brasileira a partir dos anos 70, além de imagens do acervo CULTNE &#8211; o maior acervo digital de cultura negra do Brasil.</p>
<p><strong>Dados Técnicos</strong></p>
<p>Evento: Cultne no Cinema<br />
Datas: 9 de novembro de 2011<br />
Local: Cine Odeon BR<br />
Entrada Franca<br />
Horário: 15hs às 22:30hs<br />
Formato: Exibição de vídeos seguido de performances e speechs com Marcos Romão, jornalista e ativista do movimento negro; e Josiah Howard, escritor e pesquisador afro-americano.<br />
Performances dos artistas  Gerson King Combo, Carlos Dafé, Edmon Costa, Nina Black, Slow DABF,  MC Kbeça e o grupo de dança DR Intro.<br />
Acervo: Enúgbarijô Comunicações e Cor da Pele Produção e Vídeo<br />
Patrocínio: Governo do Estado – Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos e CEDINE &#8211; Conselho Estadual de Defesa e Direitos dos Negros<br />
Apoio Institucional: SUPPIR / Cine Odeon BR / TV Globo / LABHOI/UFF / SUPPIR RJ<br />
Realização: ABC Urbana – Associação Brasileira de Cultura Urbana</p>
<p>Este evento integra a  Agenda Única Rio Zumbi 2011 desenvolvida pelo Governo do Estado / CEDINE &#8211; Conselho de Defesa e Direitos do Negros do Estado do Rio de Janeiro</p>
<p><strong><a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=694">Clique aqui </a></strong>para assistir o video institucional veiculado pela TV Globo.</p>
<p><strong>Programação</strong><br />
Das 15 às 20hs &#8211; Exibição de curtas de vários segmentos da cultura negra programados abaixo.<br />
Das 20 às 20h45- Exibição de curtas e performances artísticas no segmento da música negra desde os anos 70 até então.<br />
Das 20h45 às 22h30 &#8211; Filme WATTSTAX (longa metragem de 1972 &#8211; comédia/documentário/musical / 103 minutos / 35 mm)</p>
<p><strong>Vídeos programados</strong><br />
<strong>O BRASIL EM DURBAN</strong><br />
Documentário / Cor / DV / 21 min.:: Durban &#8211; Äfrica do Sul/ 2001<br />
Direção: Filó Filho<br />
Locução: Carlos Medeiros<br />
Produção: Brazilian Roots<br />
Depoimentos de ativistas em cenas gravadas em 2001 na cidade de Durban na África do Sul durante a Conferência Mundial contra o Racismo, Intolerância e Xenofobia.</p>
<p><strong>FILHOS DE GHANDY &#8211; RJ</strong><br />
Documentário / Cor / DV / 3:20 min.:: Rio de Janeiro / 1986<br />
Direção: Filó Filho<br />
Produção: Cor da Pele<br />
Apresentação do Afoxé Filhos de Ghandy do Rio de Janeiro na Missa dos Quilombos no s Arcos da Lapa &#8211; RJ.</p>
<p><strong>JORNAL MAIORIA FALANTE &#8211; TOGO YORUBA</strong><br />
Documentário / Cor / DV / 3:40 min.:: Rio de Janeiro/ 1987<br />
Direção: Filó Filho<br />
Produção: Cor da Pele<br />
Carlos Alberto Medeiros da Cor da Pele entrevista o jornalista e pesquisador Togo Yoruba do Jornal Maioria Falante &#8211; Imprensa Negra</p>
<p><strong>FEIJOADA DE SÃO JORGE NA PEDRA DO SAL</strong><br />
Clipe / Cor / HD / 2:10 min.:: Rio de Janeiro / 2010<br />
Direção: David Obadia<br />
Produção: Cultne<br />
Video clip da celebração do Dia de São Jorge na tradicional feijoda na Pedra do Sal, zona portuária do do Rio.</p>
<p><strong>A MARCHA E A FARSA</strong><br />
Documentário / Cor / DV / 3:20 min.:: Rio de Janeiro / 1988<br />
Direção e imagens: Vik Birkbeck e Ras Adauto<br />
Produção: Enugbarijô<br />
Marcha do Movimento Negro em 1988 para marcar o centenário da Abolição da Escravatura.</p>
<p><strong>FELA KUTI &#8211; ESTA VIDA PUTA</strong><br />
Documentário/ Cor / HD / 10:30 min.:: Rio de Janeiro / 2011<br />
Direção: Filó Filho<br />
Produção: Cultne<br />
Lançamento do livro &#8220;FELA &#8211; Esta Vida Puta&#8221; de Carlos Moore. O livro é a primeira tradução para o português da biografia oficial do nigeriano Fela Kuti.</p>
<p><strong>DJ MARLBORO &#8211; OS PRIMÓRDIOS DO HIP HOP</strong><br />
Documentário / Cor / DV / 9:20 min.:: Rio de Janeiro / 1987<br />
Direção: Filó Filho<br />
Produção: Cor da Pele<br />
Documentário sobre os primórdios do DJ Marlboro que se apresentava na rua com a galera do streetdance até o momento atual do DJ mais famoso de funk do país.</p>
<p><strong>KITABU &#8211; LIVRARIA NEGRA</strong><br />
Documentário/ Cor / HD / 3:50 min.:: Rio de Janeiro / 2011<br />
Direção: Filó Filho<br />
Produção: Cultne<br />
Livraria Kitabu, um lugar de encontro da expressividade literária afro-brasileira situada na Lapa, no centro do Rio de Janeiro.</p>
<p><strong>SAMBA DO TRABALHADOR &#8211; RENASCENÇA CLUBE</strong><br />
Documentário/ Cor / HD / 8:40 min.:: Rio de Janeiro / 2011<br />
Direção: Filó Filho<br />
Produção: Cultne<br />
O pagode Samba do Trabalhador, surgiu em maio de 2005, no Clube Renascença, em Vila Isabel, virou uma festa para um público cada vez mais crescente e interessado no samba.</p>
<p><strong>MINHA CARA, BELA CARA, CARA PRETA DE MULHER</strong><br />
Documentário/ Cor / DV / 17 min.:: Rio de Janeiro / 2006<br />
Roteiro e Direção: Ana Gomes<br />
A mulher negra, através de sua trajetória de luta, reafirma sua história e controe sua beleza.</p>
<p><strong>TIGRE &#8211; O ARTISTA DE RUA NA CINELÂNDIA</strong><br />
Documentário / Cor / DV / 11:30 min.:: Rio de Janeiro/ 1988<br />
Direção: Filó Filho<br />
Produção: TV Rio<br />
Por mais de dez anos em plena Cinelândia, centro do RJ, Ramiro Emerick, o artista TIGRE foi considerado o Encantandor de Gentes.</p>
<p><strong>CIRCO SOUL &#8211; BANDA BLACK RIO</strong><br />
Documentário / Cor / DV / 8:10 min.:: Rio de Janeiro/ 2008<br />
Direção: Filó Filho<br />
Produção: LUB TV<br />
Festa black no Circo Voador com exposição de fotos do Black Rio, performance de dançarinos da época do soul, DJs das velha e nova gerações da black music além do show da Banda Black Rio.</p>
<p><strong>AGENDA AFRO-BRASILEIRA &#8211; 1992</strong><br />
Documentário / Cor / DV / 6:10 min.:: Rio de Janeiro / 1992<br />
Direção: Delanyr Siqueira<br />
Produção: Pesada ( Edinho Alves e Delanyr Siqueira)<br />
Lançamento da Agenda Afro-brasileira em 1992 pela Turma da Pesada, equipe de cinema do Rio de Janeiro. A agenda cumpriu um vínculo social e político contribuindo para o aumento da auto-estima da comunidade.</p>
<p><strong>REDES SOCIAIS NA COMUNIDADE NEGRA</strong><br />
Documentário/ Cor / HD / 4:30 min.:: Rio de Janeiro / 2011<br />
Direção: Filó Filho<br />
Edição: Pedro Oliveira<br />
Produção: Cultne<br />
A rede social e a sua contribuição para as novas e velhas gerações afrodescendentes.</p>
<p><strong>CULTNE NA TV</strong><br />
Documentário / Cor / HD / 6:44 min.:: Rio de Janeiro / 2010<br />
Direção: David Obadia &amp; Filo Filho<br />
Produção: Cultne<br />
O repórter e ator Paulinho Lessa apresenta o quadro acervo do CULTNE NA TV, gravado no dia 20 de novembro de 2010, durante o lançamento da exposição virtual Negra Cor do fotógrafo Berg Silva no Teatro Oi Futuro Ipanema, no Rio de Janeiro.</p>
<p><strong>SOS RACISMO &#8211; DIREITOS HUMANOS E CIVIS</strong><br />
Documentário / Cor / DV / 14 min.:: Rio de Janeiro/ 1987<br />
Direção e imagens: Vik Birkbeck e Ras Adauto<br />
Produção:Enugbarijô<br />
Lançamento do programa SOS Racismo em 10 de dezembro de 1987 na Cinelândia, centro do Rio de Janeiro.</p>
<p><strong>20 DE NOVEMBRO &#8211; LAVA ZUMBI</strong><br />
Clipe / Cor / HD / 2:43 min.:: Rio de Janeiro / 2010<br />
Direção e edição: David Obadia<br />
Produção: Filó Filho by Cultne<br />
Manifestação promovida pelo os adeptos da religião de matrizes africanas, com destaque para as baianas do candomblé e o Afoxé Filhos de Ghandy no Monumento a Zumbi dos Palmares na Praça Onze, no Rio de Janeiro em 2010.</p>
<p><strong>FRENTE NEGRA BRASILEIRA &#8211; OS PRIMÓRDIOS</strong><br />
Documentário / Cor / DV / 14 min.:: Rio de Janeiro/ 1987<br />
Direção e imagens: Vik Birkbeck e Ras Adauto<br />
Reportagem: Amauri Pereira e Yedo Ferreira<br />
Produção:Enugbarijô<br />
Os fundadores Aristides Barbosa e José Correia Leite que foram alguns dos personagens que criaram a Frente Negra Brasileira na década de 30, a partir da cidade de São Paulo.</p>
<p><strong>ANICETO DO IMPÉRIO SERRANO</strong><br />
Documentário / Cor / DV / 5:33 min.:: Rio de Janeiro/ 1986<br />
Direção: Filó Filho<br />
Partideiro de primeira, o Mestre Aniceto versando no Circo Voador em 1986, com figuras do cenário carioca, o jornalista e escritor Sergio Cabral e os produtores culturais Perfeito Fortuna e Dom Filó.</p>
<p><strong>NELSON MANDELA NO RIO DE JANEIRO</strong><br />
Documentário / Cor / DV / 4 min.:: Rio de Janeiro/ 1992<br />
Direção e imagens: Vik Birkbeck e Ras Adauto<br />
Produção:Enugbarijô<br />
Nelson Mandela visita o Rio de Janeiro e participa de show e ato político no Sambódromo em 1992.</p>
<p><strong>LUIZA MAHIM &#8211; MULHER GUERREIRA</strong><br />
Clipe / Cor / DV / 2:17 min.:: Rio de Janeiro/ 1988<br />
Direção e imagens: Vik Birkbeck e Ras Adauto<br />
Produção:Enugbarijô<br />
Luiza Mahim no canto das mulheres anônimas e guerreiras brasileiras.</p>
<p><strong>NOITE DA BELEZA NEGRA &#8211; AGBARA DUDU</strong><br />
Documentário / Cor / DV / 8 min.:: Rio de Janeiro/ 1992<br />
Direção e imagens: Vik Birkbeck e Ras Adauto<br />
Produção:Enugbarijô<br />
Festa do Bloco afro Agbara Dudu, fundado no bairro de Madureira, subúrbio do Rio de Janeiro em 1982. O nome Agbara Dudu significa em yorubá &#8220;Força negra&#8221;.</p>
<p><strong>ARQUIVO NACIONAL &#8211; O NEGRO NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA</strong><br />
Documentário / Cor / HD / 3:36 min.:: Rio de Janeiro / 2010<br />
Direção: David Obadia &amp; Filo Filho<br />
Edição: David Obadia<br />
Produção: Cultne<br />
Lancamento da 22ª edição da revista Acervo &#8211; O Negro na Sociedade Contemporânea no Arquivo Nacional em novembro de 2010.</p>
<p><strong>FUNKE-SE 2.0</strong><br />
Documentário / Cor / Mini DV / 16 min.:: Rio de Janeiro / 2009<br />
Direção: Marcio Graffiti<br />
Produção: Coletivo Anti-Cinema<br />
curta-25&#8242;- produzido pelo Zulu Marcio Graffiti da Baixada Fluminense-RJ do Anti Cinema. O documentário fala sobre as origens da soul/funk, dos bailes da época, da visão dos pioneiros sobre ontem e hoje (Gerson King Combo, King Nino Brown, Nelson Triunfo, Dom Filó, Dom Cridão, Marcelinho Back Spin,entre outros.</p>
<p><strong>LUB &#8211; STREETBALL DE VERDADE</strong><br />
Clip / Cor / DV / 2:10 min.:: Rio de Janeiro/ 2004<br />
Direção: Filó Filho<br />
Produção: LUB TV<br />
Pioneira no Brasil do basquete de rua ou streetball, a LUB &#8211; Liga Urbana de Basquete fez sua estréia na quadra montada na praia de Ipanema em 2004 no Rio de Janeiro.</p>
<p><strong>REGGAE NA ESTRADA</strong><br />
Documentário / Cor / DV / 24 min.:: Rio de Janeiro / 2011<br />
Direção: Paulo Sacramento<br />
Produção: L&amp;M Produções e Sacramento 23<br />
Helio Bentes, cantor do grupo Ponto de Equilíbrio coloca o pé na estrada e visita o mestre do reggae nacional, Ras Bernardo em sua casa na baixada fluminense.</p>
<p><strong>CHEIRO DA FEIJOADA &#8211; ILEA FERRAZ</strong><br />
Documentário / Cor / HD / 13:40 min.:: Rio de Janeiro / 2011<br />
Direção: Filo Filho<br />
Imagens: Vik Birkbeck e Xandão<br />
Produção: Cultne<br />
O Renascença Clube, celebrando os seus 60 anos de resistência cultural em 2011, apresentou o espetáculo teatral O Cheiro da Feijoada da atriz Ilea Ferraz.</p>
<p><strong>PACIÊNCIA &#8211; MOMBAÇA NA ÁFRICA DO SUL</strong><br />
Documentário / Cor / DV / 4:20 min.:: Durban &#8211; Äfrica do Sul/ 2001<br />
Direção: Filó Filho<br />
Edição: Rogério Frota<br />
Produção: Brazilian Roots<br />
Clipe musical da música &#8220;Paciência&#8221; do cantor e compositor Mombaça., gravado em 2001 na aldeia dos zulus na cidade de Durban na África do Sul durante a Conferência Mundial contra o Racismo, Intolerância e Xenofobia.</p>
<p><strong>VISÕES DO MORRO &#8211; ONTEM E HOJE</strong><br />
Documentário / Cor / DV / 12 min.:: Rio de Janeiro/ 2007-2011<br />
Direção: Filó Filho<br />
Edição: Pedro Oliveira<br />
Produção: LUB TV<br />
Gravado em 2007 e 2011 na comunidade da rua Quiririm na zona oeste do Rio de Janeiro. O projeto narra a saga de jovens idealistas na luta para levar a cultura para suas comundade e retirar jovens das garras do tráfico, como conta o jovem Leandro que quase sucumbiu na sua luta pela sobrevivência.</p>
<p><strong>DURBAN 10 ANOS DEPOIS</strong><br />
Documentário / Cor / DV / 14 min.:: Durban &#8211; Äfrica do Sul/ 2001/2011<br />
Direção: Filó Filho<br />
Edição: Pedro Oliveira<br />
Produção: CULTNE<br />
Depoimentos de ativistas sobre os 10 anos pós-Durban. Cenas gravadas em 2001 na cidade de Durban na África do Sul durante a Conferência Mundial contra o Racismo, Intolerância e Xenofobia.</p>
<p><strong>ENCONTRO DE MULHERES &#8211; LUIZA BAIRROS</strong><br />
Documentário / Cor / DV / 6:02 min.:: Rio de Janeiro/ 1988<br />
Direção e imagens: Vik Birkbeck e Ras Adauto<br />
Produção: Enugbarijô<br />
I Encontro Nacional de Mulheres Negras, realizado em 1988 na cidade de Valença, interior do estado do Rio de Janeiro.</p>
<p><strong>SOUL MUSIC ANOS 70 &#8211; CARLOS DAFÉ</strong><br />
Documentário / Cor / DV / 3:30 min.:: Rio de Janeiro/ 1989<br />
Direção e imagens: Vik Birkbeck, Filó Filho e Ras Adauto<br />
Produção: Enugbarijô &amp; Cor da Pele<br />
O cantor e compositor Carlos Dafé em entrevista a Renato Radical fala dos primórdios da música soul nacional, envolvendo sua participação e a criação da Banda Black Rio.</p>
<p><strong>NOITE DA BELEZA NEGRA &#8211; GIL &amp; CAETANO NO ILÊ AIYÊ</strong><br />
Documentário / Cor / DV / 9 min.:: Rio de Janeiro/ 1989<br />
Direção e imagens: Vik Birkbeck e Ras Adauto<br />
Produção: Enugbarijô<br />
Participação de caetano Veloso e Gilberto Gil na Noite da Beleza Negra do Ilê Aiyê em 1988, ano do Centenário da Abolição..</p>
<p><strong>PARTIDO ALTO &#8211; XANDE DE PILARES vs PICOLÉ</strong><br />
Documentário / Cor / HD / 8:45 min.:: Rio de Janeiro / 2011<br />
Direção: Filo Filho<br />
Edição: Pedro Oliveira<br />
Produção: Cultne<br />
No maior estilo de partido alto carioca, Xande de Pilares e Picolé deram um show de competência e alto astral no partido alto no Clube do Cozido no Barril 8000 na Barra da Tijuca.</p>
<p><strong>GERSON KING COMBO &#8211; O REI DOS BLACKS</strong><br />
Documentário / Cor / HD / 2:30 min.:: Rio de Janeiro / 2010<br />
Direção: David Obadia<br />
Produção: Digi 2<br />
Documentário sobre o cantor Gerson King Combo que se tornou um dos ícones do movimento soul nos anos 70.</p>
<p><strong>ABDIAS DO NASCIMENTO &#8211; PRÊMIO JORNALÍSTICO</strong><br />
Documentário / Cor / HD / 4:10 min.:: Rio de Janeiro / 2011<br />
Direção: Filo Filho<br />
Edição: Pedro Oliveira<br />
Produção: Cultne<br />
Documentário sobre o lançamento em 2011 do Prêmio Nacional Jornalista Abdias do Nascimento instituido pela Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial &#8211; Cojira-Rio e Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro.</p>
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		<title>A FRENTE NEGRA BRASILEIRA, NASCIDA NA CAPITAL PAULISTA EM 1931, FOI UM DIFERENCIAL PARA OS NEGROS BRASILEIROS.</title>
		<link>http://www.cultne.com.br/noticias/?p=298</link>
		<comments>http://www.cultne.com.br/noticias/?p=298#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 00:21:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Assessoria Cultne</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira abaixo os vidéos do documentário sobre a Frente Negra Brasileira no Cultne: Imprensa Negra Brasileira &#8211; Parte 1 Imprensa Negra Brasileira &#8211; Parte 2 Imprensa Negra Brasileira &#8211; Parte 3 Imprensa Negra Brasileira &#8211; Parte 4 A Frente Negra Brasileira nasce oficialmente em São Paulo no dia 16 de setembro de 1931, nos salões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Confira abaixo os vidéos do documentário sobre a Frente Negra Brasileira no Cultne:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=114">Imprensa Negra Brasileira &#8211; Parte 1 </a><br />
<a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=115">Imprensa Negra Brasileira &#8211; Parte 2</a><br />
<a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=116">Imprensa Negra Brasileira &#8211; Parte 3 </a><br />
<a href=" http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=264">Imprensa Negra Brasileira &#8211; Parte 4</a></p>
<p><strong>A Frente Negra Brasileira</strong> nasce oficialmente em São Paulo no dia 16 de setembro de 1931, nos salões das Classes Laboriosas, na rua do Carmo, número 25, sob a presidência de Arlindo Veiga dos Santos (1902-78), contando com a colaboração de membros de outras associações que diziam ter como princípio a missão de resguardar a integridade do cidadão negro brasileiro.  Segundo Flávio Gomes, a palavra “frente” era corriqueira no vocabulário político à época e, pelo que consta, a FNB seria uma das primeiras agremiações a utilizar “o mecanismo de arregimentar pessoas – os denominados ‘cabos’ – para conseguir arrecadar recursos”.  Além de ser uma associação recreativa e beneficente, tinha boa parte de suas atividades focadas na esfera política, transformando-se, em 1936, em partido político.</p>
<p>No estado de São Paulo, de fato, os anos 1930 foram de grande expectativa política para a população negra; diversos foram os  grupos/agremiações formados com os mais variados fins (recreativo, beneficente, político) para unir os negros e servir como um centro de convivência. Principalmente os jovens eram mais empolgados, não importando o local de residência. Era freqüente o vai-e-vem de caravanas saídas do interior paulista para a capital, e vice-e-versa; para fazer propaganda de suas entidades negras locais, em épocas comemorativas o trânsito era maior.<br />
A <strong>Frente Negra </strong>não representava apenas um motivo para o encontro de negros e suas discussões políticas, ela também fomentava a educação e o entretenimento de seus membros. Composta por vários departamentos, a <strong>FNB</strong> chegou a criar escolas para alfabetização de crianças, jovens e adultos sócios. Na rua da Liberdade, 196, foram montadas escolas primárias, de línguas e de música. “O objetivo primordial era estimular o ingresso dos negros nas escolas superiores do saber em todos os níveis”.<br />
As palavras de Francisco Lucrecio são confirmadas pelo próprio presidente da Frente; segundo o pesquisador Petrônio Domingues, Arlindo Veiga dos Santos seria uma das primeiras vozes brasileiras a exigir da república políticas públicas em benefício da população  negra que, pela escravidão, sofreria de “entorpecimento cultural”.<br />
Para fazer ventilar seus princípios e idéias entre os brasileiros e sócios, a <strong>FNB</strong> editava A voz da raça, jornal locado primeiramente na rua Conselheiro Botelho, 156. Tendo como lema Deus, Pátria, Raça e Família, e visto por seus principais colaboradores como um portavoz da Frente, boa parte das ações na entidade era publicada, para dar ciência aos frentenegrinos. Sua primeira edição data de 1933.<br />
Festas com danças e músicas eram promovidas para os associados (que pagavam dois mil réis por mês). Até mesmo um grupo musical, o Rosas Negras, foi criado. “Talvez como nunca, na então ainda recente experiência republicana, a questão racial aparecia tão politizada e articulada com outros temas, envolvendo nacionalidade, emprego, cidadania e políticas de imigração”.<br />
O próprio impulso para a institucionalização da <strong>FNB</strong> adviria da necessidade que os negros reconheceram de que havia chegado a hora de lutar por seus direitos e de reagir às imposições da discriminação racial. “Reagir foi a palavra de ordem, antes que mais se desenvolvesse a tradição sistemática de negar os seus direitos”.<br />
Propunha a Frente discutir a quebra de estigmas incrustados nos negros brasileiros. Fazer valer pela própria celebração da negritude o valor do negro no país. Por esse motivo o conceito de estigma social acompanha os estudos sobre representações. Como expresso por Denise Jodelet,  as representações são cristalizadas pelas práticas; é pelo dia a dia que elas tomam a aura de inatismo, como se, fora delas tudo fosse inconcebível. O estigma social serviria, portanto, para o locupletar do senso comum; ou seja, na inércia da procura de compreensão das adversidades comportamentais e de preocupação com os fenômenos sociais distintos, grupos, por vezes não muito numerosos, que pretendem percorrer um outro caminho, sofrem discriminação pelo grupo reconhecidamente dominante.<br />
Formada em um cenário de crise econômica (pós-crise de 1929) e de transformações políticas (início da Era Vargas), a <strong>FNB</strong> mostrou-se como uma  grande oportunidade para os negros superarem suas adversidades; na esfera  política, impunha-se, e era vista pelos associados, como porta-voz do segmento populacional negro. Com discurso forte e promissor, e com grande adesão, surgiram filiais da <strong>FNB </strong>em várias cidades paulistas e também nos estados de Minas Gerias, Espírito Santo, Bahia e Rio Grande do Sul. “Tal expansão nunca significou, porém, maior centralização institucional”.<br />
Embora cada filial devesse mandar 10% de sua arrecadação à sede em São Paulo, isso era raro. As filiais mal conseguiam pagar por seu próprio sustento. Contudo, o cenário político era de ascensão para o movimento negro como um todo, e “a <strong>FNB</strong> materializava o avanço na luta pela ‘união política e social da Gente Negra Nacional’”.<br />
A idéia era transformar São Paulo em pólo de disseminação de um projeto político e social que tinha como finalidade ser rigorosamente brasileiro. Daí,  as explicações de uma possível fraqueza do movimento. O que era ser verdadeiramente brasileiro? Nas palavras de seu mais famoso líder, Arlindo Veiga dos Santos, e no próprio lema de A voz da raça, o que definiria a raça brasileira?</p>
<p><em>Texto extraído do artigo de Bárbara M. de Velasco &#8211; Mestre em História Cultural pela Universidade de Brasília (UnB), especialista em docência de História e cultura africanas e pela Universidade Estadual de Goiás (UEG).</em></p>
<p>Abaixo os vídeos que compõem o documentário em video editado por <strong>Ras Adauto </strong>e <strong>Zózimo Bulbul</strong>, tendo como condutores os militantes Amauri Pereira e Yedo Ferreira que entrevistaram em 1985 na sede campestre do Clube Aristocrata em São Paulo , os militantes do movimento negro dos anos 30 e dos anos 70.</p>
<p>Lá estavam os fundadores <strong>Aristides Barbosa</strong> e <strong>José Correia Leite</strong> que foram alguns dos personagens que criaram a <strong>Frente Negra Brasileira </strong>na década de 30, a partir da cidade de São Paulo.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
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		<title>DETERMINAÇÃO E CONSCIÊNCIA FAZEM O GBCR UMA DAS MAIORES   REFERÊNCIAS DA CULTURA HIP HOP NO BRASIL</title>
		<link>http://www.cultne.com.br/noticias/?p=279</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Aug 2011 17:19:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Assessoria Cultne</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>

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		<description><![CDATA[A LUB TV registrou no Dia do Hip Hop em 12 de novembro de 2010, o espetáculo promovido no Teatro Sesi pelo Grupo de Breaking Consciente da Rocinha &#8211; GBCR. O CULTNE reservou este espaço para você tomar conhecimento deste grupo que se faz do Hip Hop um estilo de vida. GBCR é considerado o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>LUB TV</strong> registrou no Dia do Hip Hop em 12 de novembro de 2010, o espetáculo promovido no Teatro Sesi pelo <strong>Grupo de Breaking Consciente da Rocinha &#8211; GBCR</strong>.  O <strong>CULTNE </strong>reservou este espaço para você tomar conhecimento deste grupo que se faz do Hip Hop um estilo de vida.</p>
<p>GBCR é considerado o principal expoente do break no Rio de Janeiro, sendo reconhecido pela cultura hip hop, nacional e internacional, como um grupo que a representa de forma autêntica. O GBCR ao longo desses nove anos vem promovendo, com qualidade e seriedade, tanto as apresentações artísticas, como também a orientação e conscientização das questões que atravessam a comunidade, principalmente aquelas que atingem mais diretamente crianças e jovens.</p>
<p>O GBCR trabalha para contribuir na transformação social das comunidades carentes de informações e cultura através de oficinas culturais, apresentações, workshop, e demonstração de filmes e debates ligados a assuntos de interesse dos educandos.</p>
<p>O GBCR (Grupo de Break Consciente da Rocinha) é uma equipe que realiza trabalhos sociais utilizando os elementos da cultura hip hop, quais sejam:</p>
<p> &#8211; o Grafitti: desenho e criação artísticas de figuras e imagens com spray</p>
<p>- o RAP: ritmo e poesia através da construção de letras musicais e expressão vocal</p>
<p>- Street dance: expressão corporal e movimentos de dança no break</p>
<p>- DJ – reconhecimento, produção e expressão de sons e ritmos através de aparelhagem de som</p>
<p>- Conhecimento – que é introduzido através da reflexão dos acontecimentos do cotidiano do cidadão em sua comunidade, cidade e no mundo, e através desse processo buscar o conhecimento necessário que possa fazer com que os indivíduos tenham noção de seus direitos e deveres enquanto cidadãos de uma sociedade democrática.<br />
O conhecimento é fator fundamental para que os cidadãos passem de indivíduos passivos na sociedade, para cidadãos conscientes, atuantes no microcosmos em que vivem, e portanto se tornem células de expansão e reprodução de um novo comportamento frente aos acontecimentos contemporâneos que os cercam.</p>
<p><strong>Confira abaixo os vidéos do GBCR no Cultne:<strong></p>
<p><a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=629">Grupo de Breaking Consciente da Rocinha &#8211; Pt 1</a></p>
<p><a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=653">Grupo de Breaking Consciente da Rocinha &#8211; Pt 2</a> </p>
<p><a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=654">Grupo de Breaking Consciente da Rocinha &#8211; Pt 3</a></p>
<p><a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=650">GBCR &#8211; Cultura Urbana &#8211; Luck</a></p>
<p><a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=649">GBCR &#8211; Cultura Urbana &#8211; Flavio Pé</a></p>
<p><a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=644">GBCR &#8211; Cultura Urbana &#8211; Mary Rock </a></p>
<p><a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=651">CULTNE &#8211; GBCR &#8211; Cultura Urbana &#8211; Loko</a></p>
<p><a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=656">CULTNE &#8211; GBCR &#8211; Cultura Urbana &#8211; Bike</a></p>
<p><a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=652">CULTNE &#8211; GBCR &#8211; Cultura Urbana &#8211; Berzó</a></p>
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		<title>CARLOS MOORE LANÇA LIVRO SOBRE FELA NA LIVRARIA KITABU</title>
		<link>http://www.cultne.com.br/noticias/?p=263</link>
		<comments>http://www.cultne.com.br/noticias/?p=263#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 23 Jul 2011 02:11:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Assessoria Cultne</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>

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		<description><![CDATA[No último dia 10 de junho de 2011, a livraria KITABU &#8211; a única livraria de literatura negra do Rio de Janeiro, recebeu o pelo professor e pesquisador cubano Carlos Moore para o lançamento do seu livro “FELA – Esta Vida Puta”. O livro é a primeira tradução para o português da biografia oficial do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último dia 10 de junho de 2011, a livraria KITABU &#8211; a única livraria de literatura negra do Rio de Janeiro, recebeu o pelo professor e pesquisador cubano Carlos Moore para o lançamento do seu livro “FELA – Esta Vida Puta”.   O livro é a primeira tradução para o português da biografia oficial do nigeriano Fela Kuti,com quem o autor conviveu pessoalmente, tornando-se seu amigo até a morte do cantor nigeriano (em agosto de 1997, em consequência da Aids).</p>
<p>O cubano começou a trabalhar numa biografia de Fela, que não impediu sua publicação durante dez anos. Depois de um ataque à casa pelas tropas do governo, que o espancaram brutalmente, e mataram sua mãe, uma ativista do movimento feminino, Fela convidou Marcos Moore a voltar á Nigéria e escrever o livro: “Ele estava deprimido, dizendo que ia se suicidar. Escrevi o livro às pressas antes que isto acontecesse”, conta Moore. O livro foi lançado em 1982, na França. Depois do musical da Broadway, Fela, aumentou o interesse pelo músico nigeriano e sua biografia lançada em vários países, inclusive na Nigéria, onde foi proibida anos anos 80.</p>
<p>Doutor tanto em Etnologia quanto em Ciência Política pela prestigiosa Universidade de Paris-7, França, e atualmente residindo em Salvador, Bahia, Moore tem extenso trabalho de pesquisa e vários livros publicados internacionalmente.</p>
<p>Quando aceitou, em 1977, o convite para trabalhar como assessor de comunicação no Festival das Artes Negras, em Lagos, Nigéria, o cubano Carlos Moore, não imaginava o quanto sua vida seria influenciada por aquela viagem. Dissidente exilado do governo de Fidel Castro, ele morava a França, desde 1963, quando conseguiu sair de Cuba. Moore não sabia quem era Fela Anikulapo Kuti quando chegou na Nigéria. Fela Kuti<br />
era músico, compositor, adversário da ditadura militar que governava seu país. Com o baterista Tony Allen criou um estilo musical influente até hoje o afrobeat. Carlos Moore iria aprender muito sobre o afrobeat e sobre Fela Kuti nos anos subsequentes.</p>
<p>Um dos frutos desta viagem foi o livro “FELA – Esta Vida Puta” lançado no Brasil pela editora Nandyala. Carlos Moore adverte<br />
que não é um livro sobre música, mas sobre sobre o homem Fela Kuti, um libertário, que lutou contra a opressão e pelo africanismo: “A música dele está cada vez mais atraído as pessoas. mas elas ouvem, dançam, e não prestam atenção nas letras. Sobre a música de Fela há pelo menos uns 15 livros”.</p>
<p><strong>Confira os vídeos da festa de lançamento na Livraria Kitabu</strong></p>
<p><a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=626">Lançamento Livro &#8211; Carlos Moore</a></p>
<p><a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=628">Lançamento Livro &#8211; Elisa Larkin </a></p>
<p><a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=631">Livraria Kitabu </a></p>
<p><a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=630">Mulheres Negras &#8211; Empreendedoras</a></p>
<p><a href="http://www.cultne.com.br/video.php?id_video=637">Lançamento Livro &#8211; Elê Semog</a><a href="http://www.cultne.com.br/noticias/wp-content/uploads/2011/07/home_fela_noticias.jpg"><br />
</a></p>
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